quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Viajar é muito bom...
Sempre pensei que viajar é muito bom. A gente pode ir ao Rio de Janeiro, Fortaleza, São Paulo, Nova York, Paris, Londres, Barcelona ou a qualquer outro lugar do mundo. Para se chegar a todos esses lugares é claro que vamos precisar de algum dinheiro, um mínimo que seja para que possamos sobreviver no dia a dia fora de nossas casas. Tudo vai depender dos conceitos de cada um, das exigências pessoais, isto é o mais óbvio.
Todavia, a gente também pode viajar pelos nossos pensamentos, desde que isso seja um ato positivo e produtivo para nós, ou até mesmo podemos viajar na troca de idéias com outras pessoas, especialmente com aquelas que, de preferência, tiverem um conteúdo mental muito mais diversificado e fascinante do que o nosso.
Resumindo, viajar, em qualquer modalidade, deverá ser sempre um ato de prazer. De aprendizado, de busca de conhecimento. O status de se ter viajado muito, pouco importa. Há pessoas que viajaram o mundo todo e praticamente não viram nada, porque tudo depende exclusivamente do relacionamento humano que se mantém no caminho. Ou seja, o ser humano é fundamental para qualquer tipo de viagem. Monumentos, lugares, são puramente estáticos, embora possam ser maravilhosamente belos e históricos. Assim, não podem ser desprezados.
Uma viagem pode se transformar numa verdadeira delícia de prazer, daquelas delícias que deixam a gente sem vontade de voltar para a nossa casa de origem. A educação pessoal é fundamental e considero o primeiro passo para que uma viagem de qualquer natureza possa ser de verdade maravilhosa. Não podemos nos esquecer também do tipo de abordagem às pessoas, que faremos durante o caminho. A forma, o jeito, a abordagem de outras culturas, a interação nem que seja momentânea com essas culturas, são modos que tornarão certamente a nossa viagem mais proveitosa.
Viaje, pois, nem que seja nos seus sonhos, porém de maneira sempre positiva, buscando encontrar sempre algo de bom ou ver sempre o lado bom das coisas por todo o trajeto. As diferenças, as críticas, que, como seres humanos sempre teremos a fazer, guardemo-las para nós. Que elas sirvam de referencial para o nosso crescimento pessoal e sobretudo para o nosso prazer. O importante é que não vivamos somente, uma vida inteira, a olhar e viajar o tempo todo em nosso mundinho interior. Abraços.
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